06 ago

Thema apresenta EBM em café da manhã para corretores imobiliários

Thema apresenta EBM em café da manhã para corretores imobiliários

A apresentação da EBM para o mercado campineiro teve um gostinho mais do que especial para os corretores imobiliários da cidade. Em um café da manhã promovido pela Thema RP & Imprensa, os profissionais puderam conhecer o novo empreendimento da empresa , além de detalhes da construção de alto padrão que chega a Campinas. Confira alguns momentos do evento:

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27 fev

A importância do deadline e o desafio de atender a imprensa

A importância do deadline e o desafio de atender a imprensa

A assessoria de imprensa é uma das principais ferramentas de comunicação para estreitar o relacionamento entre cliente, imprensa e público. Para que o trabalho seja efetivo é muito importante a participação integrada de todos os departamentos identificando conteúdos relevantes para serem transformados em notícia e apontando os melhores caminhos para  ampliar o interesse pela cobertura de determinados assuntos.

Para que a relação entre assessor e jornalista aconteça naturalmente, o envio de matérias e entrevistas deve obedecer aos prazos das redações e às pautas definidas e o conteúdo deve ser claro e assertivo.

A entrevista é marcada dentro do deadline de fechamento da publicação. Porém, muitas das vezes acontece do porta-voz colocar diversas outras prioridades à frente do relacionamento com a imprensa, forçando a assessoria a renegociar prazos, o que resulta em certo desconforto com o veículo. Claro que imprevistos podem acontecer. Às vezes será necessário pedir compreensão do jornalista e solicitar um tempinho a mais, mas não pode ser rotineiro. Esse “hábito” pode atrapalhar a demanda, além de ser péssimo para a reputação tanto do assessor quanto do assessorado.

O cliente precisa ter em mente que o deadline não depende apenas do jornalista. Existe um calendário, um planejamento a ser seguido e o não cumprimento acaba interferindo na produtividade de todos os envolvidos. Por isso, muitas das vezes quando o assessor cobra o cliente incansavelmente, não é porque ele está supervalorizando o relacionamento com o veículo, mas tem uma demanda que precisa ser cumprida.

Portanto, seja compreensivo com o prazo estabelecido pelo jornalista. Ao aceitar ser fonte, conceder a entrevista, esteja pronto no horário combinado e sempre avise se houver algum imprevisto que realmente impeça o atendimento naquele momento.  Assim o jornalista pode se organizar e a relação não ficar tão estremecida. Tenha sempre um plano B, indique um segundo porta-voz que esteja preparado para cobrir o lugar sem deixar a desejar.

 

Por Cassiene Alves

05 fev

A comunicação como fator determinante no engajamento do público interno

A comunicação como fator determinante no engajamento do público interno

Os gestores das empresas a cada dia aumentam sua percepção sobre a importância da comunicação para a construção de uma estratégia de sucesso. No passado a área era envolvida somente quando determinado projeto estava desenhado e precisava ser divulgado ou  ainda, quando se detectava algum tropeço pelo simples fato de que não foi definido: O seria comunicado? Para quem? Como? Com quais canais? Em que etapas?

Mas por que não deu certo? Se empresa X conseguiu implantar tão rapidamente? Por quê nossos funcionários não são engajados? O problema deve ser de Recursos Humanos.  Mas, na maioria das vezes, o problema estava no não envolvimento do profissional de comunicação desde o início do projeto. Mas os tempos mudaram, hoje, identificamos gestores mais bem formados, que vêem a comunicação como uma grande aliada e fator determinante de sucesso para os vários desafios que se apresentam a uma empresa conectada com seu tempo.

Quando a comunicação faz parte de um projeto, posso afirmar que ela potencializa os resultados, promove engajamento, encurta distância e se atinge os resultados esperados em muito menos tempo. Lógico que ela traz também desafios, mas isso faz parte da coexistência humana.

Um público interno bem informado emitirá opiniões e fará questionamentos, e por vezes até nos colocará em saias justas, mas uma empresa que acredita que seus colaboradores devam exercer sua plenitude social deve estar preparada para responder a estes anseios.

Muitos desafios têm se apresentando na velocidade da “rede”,  mas bons profissionais de comunicação devem estar preparados para respondê-los. Quando se divide a informação, você convida as pessoas a fazerem parte, a deixarem de ser meras expectadoras e se tornarem atores no projeto ou causa. Uma comunicação dissociada da estratégia abre espaço para falta de credibilidade e ações desconectadas com o propósito do core business da empresa.

O que mais vimos em operações como a “lava Jato”  e em grandes tragédias, como a de Mariana, eram empresas que tinham determinado discurso, mas a prática atuavam guiadas por outros interesses. E isso não se sustenta, quando tudo vem à tona a credibilidade é colocada em cheque e se inicia um difícil e complexo trabalho de resgate de imagem, que nem sempre leva aos resultados esperados.

Foi-se o tempo que  empresa boa era àquela que cumpria com suas obrigações fiscais  e  proporcionava o “o ganha pão’ de seus colaboradores. Hoje se diferencia quem têm  boas práticas, ética, reconhecimento da sociedade,  proporciona aprendizado, respeito, participação e promove a  felicidade profissional. Sei que o caminho parece longo, mas contando com um experiente profissional de comunicação ele, com certeza será menos tortuoso.

Por Márcia Regina Felício

30 jan

Pedalla é destaque na imprensa campineira

Pedalla é destaque na imprensa campineira

A Pedalla, marca da EBMS (Empresa Brasileira de Mobilidade Sustentável) e cliente Thema foi destaque na imprensa de Campinas. A parceria entre a empresa e as secretarias de Segurança e Esportes da cidade para patrulhamento da GM na Lagoa do Taquaral foi notícia nos principais veículos de comunicação. Confira:

EPTV

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BAND

 

CORREIO POPULAR

PATRULHAMENTO GM - CORREIO POPULAR 29 DE JANEIRO 2018

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A CIDADE ON CAMPINAS

CIDADE ON 29 DE JANEIRO 2018 GM EBIKES

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CBN CAMPINAS

CBN 29 DE JANEIRO GM

 

14 nov

21º Share Talks discute Diversidade e Inclusão nas empresas

Na última quarta-feira, dia 8 de novembro, a Livraria Cultura do Shopping Iguatemi Campinas recebeu a 21ª edição do Share Talks, promovida pela Share RH em parceria com a Thema RP e Imprensa.

O evento que acontece mensalmente convidou a diretora executiva da LEW Company Adriana Camargo, a recrutadora exclusiva da área de Diversidade e Inclusão da McKinsey Erika Voigt, a consultora de diversidade e inclusão Marina Fonseca e Mórris Litvak, CEO da Maturi Jobs. Os palestrantes mostraram como pessoas diferentes com pontos de vista distintos podem gerar mais produtividade, multiplicar resultados e trazer crescimento para os negócios.

O sócio-gestor da Share RH Luiz Eduardo Drouet avaliou a discussão como importantíssima, diante dos números que indicam que negros e mulheres ocupam menos de 20% dos cargos altos das empresas. O público participou ativamente do debate através de perguntas e, ao final, houve sorteio de livro.

 

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28 set

EBMS realiza pré-lançamento de e-bikes na Brasil Cycle Fair

A Empresa Brasileira de Mobilidade Sustentável (EBMS) pré-lançou as e-bikes da marca Pedalla, na feira consolidada como referência no mercado brasileiro de bicicletas Brasil Cycle Fair, que aconteceu dos dias 22 a 24 de setembro.

As bicicletas elétricas trazem tecnologia inovadora com pedal assistido, que permite ao ciclista acionar o sistema a partir da primeira pedalada. Os novos produtos puderam ser testados durante a feira. A Thema RP e Imprensa foi responsável pela organização dos estandes interno e externo, que receberam os visitantes para conhecer a nova marca.

Confira:

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18 set

Share RH completa 2 anos e realiza Share Talks especial

Na última quinta-feira, 14 de setembro, a 19ª edição do Share Talks comemorou os 2 anos da empresa de recrutamento e seleção Share RH, cliente e parceira da Thema. O evento aconteceu no teatro da Livraria Cultura do Shopping Iguatemi Campinas.

Com dois painéis de debate, jovens talentos e executivos experientes foram convidados para exporem suas ideias, perspectivas de futuro, desafios e conhecimento.

Guilherme Silva Mario, Lucas Pires e Diogo Sersante palestraram, Antonio Donizeti de Carvalho, Adriana Santos e Gabriela Gazola complementaram o debate com suas bagagens, seguidos da palestra de agradecimento do sócio-gestor da Share RH Luiz Eduardo Drouet.

No encerramento foram entregues canecas para todos que fazem parte da história da empresa e, como não poderia faltar, os sócios brindaram e cortaram o bolo de aniversário .

Confira as fotos da comemoração.

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24 ago

Comunicação diferentona: a informação sob novos olhares

Sempre existiram diferentes formas de fazer jornalismo. Hoje em dia, cada vez mais está sendo buscado se aproximar ao máximo do público e comunicar de forma direta e informal. Além dos veículos tradicionais, que já procuram usar um pouco mais da informalidade, existem alguns portais que por essência fogem do tradicionalismo e comunicam de uma forma jamais imaginada anteriormente. Confira o nosso top 4:

Buzzfeed: Um dos grandes responsáveis por popularizar as listas e testes, é mais voltado para o entretenimento e busca comunicar de forma mais despojada.

Hypeness: Utilizando uma linguagem mais jovem e próxima do público de redes sociais, esse portal busca pautas que dificilmente estariam nas páginas da grande mídia. São abordados e discutidos temas considerados tabus e geram um grande impacto no leitor.

Brasil Post:  Braço nacional do gigante “Huff Post”, a versão tupiniquim busca quebrar o padrão de folha de notícias, geralmente com as mesmas pautas dos jornais. O “Brasil Post” se permite ir na contra mão da abordagem tradicional ao dar a mesma informação de uma forma diferente.

Vice: Provavelmente o mais polêmico da nossa lista. A proposta desse veículo é expressar a realidade nua e crua, exatamente como ela é. O Vice aborda assuntos que dificilmente outros portais se propõem. Além das pautas extremamente características do Vice, o modo de expor as informações é próprio. Iniciou como uma revista e hoje é um portal que se popularizou pelas grandes reportagens e documentários, que dispensam a necessidade de alguém pra contar a história, ou seja, um jornalista como ponte. Um exemplo disso é o documentário exclusivo sobre o Estado Islâmico.  Basicamente, a ideia do Vice é essa: Ir onde poucos vão e contar histórias que poucos estão dispostos a ouvir. Confira o trailer da produção:

 

17 ago

A geração que não assiste mais TV e corre atrás dos ‘youtubers’

Percentual de brasileiros que vê vídeos na Internet já supera os assíduos da TV a cabo

Duas das três personalidades mais influentes do Brasil são ‘youtubers’, diz pesquisa

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A ‘youtuber’ Nah Cardoso em evento no Rio. DIVULGAÇÃO

São 21 horas de uma terça-feira no Rio de Janeiro e Mateus Sales, um garoto loiro e meigo de 13 anos, aguarda com pulinhos de impaciência para tirar uma foto com algum de seus ídolos. O pequeno está tão emocionado que nem atende sua mãe no telefone e minimiza as mais de sete horas de plantão que leva à frente de um galpão na zona portuária da cidade. Os ídolos que Mateus e mais seis amigos esperam não são futebolistas, nem apresentadores de televisão, nem cantores. Tampouco atores.

Estamos às portas de um evento do YouTube cujas estrelas são Júlio Coccielo, Luba ou Whindersson Nunes, youtuberscom milhões de seguidores na rede, que se tornaram os pop-stars de uma geração que não assiste mais TV. Mateus e seus amigos não sabem o que é almoçar com a trilha do Jornal Hoje nem vão dormir após o fim da novela das 21h. “Se eu assisto a TV? TV normal? Como assim?”, questiona o garoto. “Bom, só se houver jogo”. “A experiência de ver televisão não é mais familiar, é individual. Foi uma mudança comportamental das novas gerações”, afirma a diretora do YouTube no Brasil, Fernanda Cerávolo.

Os novos hábitos dos mais jovens, as chamadas geração Z e os millennials, começam a aparecer nas pesquisas. Embora a TV aberta continue sendo campeã de audiência no Brasil, o tempo que o brasileiro passa assistindo a vídeos na Internet vem crescendo em maiores proporções, segundo um estudo de 2016 apresentado pelo YouTube em parceria com o site Meio&Mensagem e a consultoria Provokers. “Os brasileiros são consumidores compulsivos de conteúdo em vídeo”, diz Cerávolo.

Os números da enquete revelam inclusive que o conteúdo da Internet já é mais procurado que o da televisão a cabo: enquanto 82 milhões de brasileiros, 42% da população, têm costume de assistir a vídeos na rede, os que assistem a TV por assinatura representam 37%. A pesquisa, que ouviu 1.500 pessoas entre 14 e 55 anos, das classes A, B e C, revela também que entre os adolescentes a televisão recebe cada vez menos atenção: 89% declarou estar conectado enquanto está diante da tela tradicional.

Mais próxima dos ídolos aos que Mateus mal consegue ver está Larissa Mariana, de 21 anos. A gritaria durante o show de Wesley Safadão, outra mina de ouro para o YouTube, faz impossível ouvir qualquer coisa a não ser na área externa do galpão. “TV? O que é isso? Só ligo se alguém falar que está acontecendo algo importante, fora isso pega poeira”, diz a jovem.

Larissa dedica boa parte do dia a assistir vídeos sobre jogos, humor e ativismo LGBT. Questionada pela última publicação de um dos seus youtubers favoritos ela gargalha. No sketch, o jovem parodia o desespero de estar na casa do namorado ou namorada, ter diarreia, e não encontrar nem papel higiênico nem chuveirinho no banheiro. “Eu sei que é coisa de doido, mas é engraçado. São pessoas normais que falam de situações comuns”. Além de humor, Larissa encontra acolhida na comunidade virtual. “Eu me identifico muito com esse pessoal. Também há discursos sobre violência e fala-se de momentos difíceis. Me dá a sensação de não estar sozinha, de que, se eu precisar, vou ser ouvida”.

Os mais influentes do Brasil

Boa parte dessas “pessoas normais” parodiando o cotidiano têm produtores, assessores de imprensa e até mais de 20 milhões de seguidores nos seus canais. Vivem disso. São estrelas. Whindersson Nunes, que a pesar de se encontrar na mesma sala da reportagem se recusou a dar entrevista, conta com mais de 22 milhões de pessoas seguindo seus vídeos de humor. Ele, de regata, tênis e bermuda esportiva como pronto para uma aula de educação física, é, conforme a pesquisa do YouTube, a segunda personalidade mais influente para os jovens brasileiros. Na frente apenas Luciano Hulk. Os youtubers como Nunes estão desbancando míticos apresentadores de televisão e atores como celebridades nas quais se espelhar. Nessa lista das dez personalidades mais bem colocadas, na qual aparecem Danilo Gentili, Taís Araujo, Lázaro Ramos e Tatá Werneck, metade são youtubers. Neles, os entrevistados veem autenticidade, originalidade, senso de humor e inteligência.

Os jovens fãs desses vloggers, além de ser uma audiência massiva, são incansáveis. Capazes de aguardar horas num shopping por algo tão vintage como um autógrafo, também averiguam os endereços de hotel onde ficam seus ídolos e os perseguem por apenas uma foto. Lucas Rossi, conhecido como Luba –4,6 milhões de assinantes e o sexto na lista de mais influentes–, já teve seu prédio invadido. “Seria bom fazer a mesma coisa, não sendo tão famoso”, lamenta ele, youtuber profissional desde 2014 e um dos mais queridos por intercalar discursos de tolerância e autoestima entre suas palhaçadas.

Luba, que coleciona momentos hilários com a mãe, acredita que a chave do sucesso é a proximidade com a audiência. “Diferentemente de artistas, atores ou cantores, a gente está muito próximo de quem nos vê. Fazemos vídeo do quarto, da sala… A relação é mais pessoal e nos veem como amigos”. Ele, com 27 anos, se considera, no entanto, dessa geração que assistia ao JH na hora do almoço e fica surpreso diante mudanças tão rápidas. “O filho de sete anos de uma amiga estava assistindo TV em casa porque tinha caído a Internet. Ele não gostou do desenho animado e pediu para trocar. Mas quando a mãe lhe explicou que não dava, que tinha que aguardar até o episódio terminar, a criança ficou confusa”, relata. “Como você explica hoje para um menino de sete anos que você não pode pausar, pular ou escolher outro episódio? Eles não entendem!”.

Filtro e conteúdos inadequados

A mudança de hábitos das novas gerações também têm atraído anunciantes a plataformas digitais fazendo de Facebook e Google, dona do YouTube, colossos que, praticamente, têm o monopólio do que fazem. As marcas veem neles uma via rápida para se dirigir diretamente ao seu público alvo. Este ano, de fato, o valor gasto globalmente em publicidade na Internet prevê superar a publicidade televisiva pela primeira vez, segundo cálculos da agência de mídia Zenith, recolhidos pela revista britânica The Economist.

Mas esse potencial escancara também uma fraqueza: a falta de controle e filtro dos conteúdos. Um desafio que não só incomoda aos usuários, mas também aos anunciantes. Segundo a revista, um bom número de marcas, incluindo Coca-Cola, Walmart e General Motors, anunciaram planos para suspender seus investimentos em publicidade no YouTube porque os anúncios apareciam em conteúdos ofensivos, como vídeos de grupos jihadistas ou neonazistas. As perdas da Google, com essa crise, poderiam chegar a um bilhão de dólares em 2017, ou cerca de 1% da sua receita bruta em publicidade, segundo The Economist.

No YouTube reconhecem que o controle do que é publicado é um “desafio”, mas que a crise com seus anunciantes já foi resolvida. A companhia criou recentemente filtros mais rígidos para barrar conteúdo com discursos de ódio e terror, mas afirma que depende da própria comunidade de usuários para se autorregular. “O YouTube é uma plataforma muito democrática e a linha entre o que é censura e liberdade é muito tênue”, explica a diretora Cerávolo. “Temos que ter cuidado com isso, porque o que vemos no YouTube é um reflexo do que acontece na sociedade”.

 

Fonte: El País